quarta-feira, 19 de abril de 2017

Um perigo chamado DIOXINA


No Brasil, o assunto é praticamente desconhecido e talvez você também nunca tenha sequer escutado este nome um dia.

dioxina é uma família de substâncias químicas que contém carbono, hidrogênio e cloro.

A encontramos em boa parte dos alimentos, nos produtos de higiene pessoal, em produtos de plástico
 (principalmente quando entram em contato com algum tipo de calor), etc.

Produtos que passem por um processo brusco de branqueamento e posteriormente entrem em contato com o nosso corpo
liberam esta toxina e por consequência, nós a absorvemos.

Ela é mais um tóxico causador de uma série de adversidades na saúde, incluindo o retardamento no desenvolvimento
e aprendizado, falta de memória, anormalidades no sistema reprodutivo e imunológico, diabetes e possui alto potencial 
cancerígeno.

Sem saber do perigo que esta substância causa ao entrar em contato com o nosso corpo, milhares de pessoas do mundo
inteiro compram alimentos que já vem aquecidos em embalagens de isopor. 
Para melhor exemplificar tamanho malefício, apenas uma marmita de isopor é capaz de liberar uma quantidade de dioxina
que equivale a 5 meses consecutivos bebendo diariamente pelo menos 4 unidades de uma bebida aquecida e posteriormente
adicionada em embalagens de plástico ou isopor.

Pra piorar, você sabia que já vem sendo intoxicado desde criança (por falta de conhecimento) pelos seus pais? 
Pois dificilmente se encontra alguém que quando bebê não tomou mamadeira em uma embalagem de plástico aquecida. 

Como se não bastasse, o governo não se preocupa em regular
o transporte de galões de água mineral que circulam constantemente
pelas cidades.
Aqueles galões de plástico que tem como destino final a casa
de milhares de cidadãos, trafegam sem nenhuma regulamentação
por horas expostos ao exaustivo calor do sol. 
Ou seja, você adquire água mineral pensando ser o melhor para
você e para a sua família, porém, já a recebe inteiramente intoxicada. 

Com estas informações concluímos que a humanidade inteira possui altas doses de dioxina em suas correntes sanguíneas
agindo lentamente como uma droga silenciosa. 

Como dica: 
  • Dê preferência para águas que sejam vendidas em garrafas de vidro. Ela pode ter um custo um pouco elevado, porém te auxiliará no prolongamento da sua vida. 
  • Quando for adquirir uma refeição, deixe de lado a embalagem de isopor e dê preferência para a embalagem de alumínio.
  • Na hora de aquecer a mamadeira do seu filho, certifique-se que ela seja de vidro, deixando de lado a embalagem     de plástico.
  • Na próxima oportunidade de adquirir um café ou achocolatado, certifique-se de que ele virá em uma xícara de vidro ou cerâmica para não sobrecarregar mais o seu corpo desta substância.

O nosso país deveria ter legislações e fiscalizações mais rígidas quanto às substâncias tóxicas utilizadas nos alimentos 
e nos produtos de uso pessoal, pois deveria ser papel do governo se preocupar com a saúde e o bem estar de sua população. 
Porém, como sabemos que isto não acontece devemos estar sempre informados para nos mantermos longe do que pode
se tornar nocivo para a nossa saúde.

Como evitar a exposição:
  • Dê preferência para alimentos orgânicos e com baixa quantidade de gordura.
  • Opte pelo consumo de papéis branqueados naturalmente ou não branqueados.Cuidado especial com papeis e plásticos que entrem em contato com a comida e que possam vir a ser aquecidos (uso de filtro de papel e do suporte de plástico para coar café, toalhas de papel, papel manteiga etc). Mantenha sempre em mente que nenhum plástico deve passar por um processo de aquecimento, pois a dioxina pode ser liberada diretamente no alimento. Dê sempre preferência para produtos de cerâmica e vidro.
  • Evite gomas de mascar.
  • Mulheres: cuidado especial com absorventes íntimos que tenham passado por um processo de branqueamento agressivo.

Diante das informações citadas acima, concluímos que um consumo mais consciente (desde a consciência 
do que se come e até a aquisição de bens de consumo), seria uma estratégia para diminuirmos a intoxicação 
por meio da dioxina. 

Um exemplo de como o conhecimento é uma forte ferramenta para prolongarmos o nosso tempo de vida.

Não ignore o poder desta substância no seu corpo.


sábado, 10 de janeiro de 2015

Nova pesquisa leva a concluir que Jesus foi casado e teria mulheres discípulas

Jesus teria tido discípulas mulheres ? Teria sido Jesus casado ? os indícios parecem levar a essa conclusão … entenda mais o porquê :
Novos testes científicos comprovam que não há nenhuma evidência de falsificação moderna em um texto escrito num papiro egípcio antigo, que se refere a Jesus como sendo casado, de acordo com um artigo muito aguardado e que foi publicado nesta quinta-feira (10-4-2014) na revista da Escola de Teologia de Harward “Harvard Theological Review”.
Cientistas que examinaram o controverso fragmento de papiro escrito em copta egípcio em que Jesus fala de sua esposa  concluíram  que o papiro e a tinta são provavelmente antigos e não uma falsificação moderna conforme  alegavam alguns críticos.

Os resultados apoiam o argumento da professora de Harvard Karen L. King que o texto controverso, seria o primeiro que faz referência explícita a um Jesus casado, é quase certamente um documento autêntico .
Entre outros testes, uma equipe do departamento de Biologia Evolutiva Humana da Universidade de Harvard realizou um teste de carbono 14 no fragmento e dataram  entre 659 e 869 dC, aproximadamente contemporâneo com um fragmento de papiro indiscutível do Evangelho de João .
Uma conservacionista e um engenheiro elétrico da Universidade de Columbia analisaram a composição química da tinta usando um teste de espectroscopia micro-Raman e descobriram que não tinha as características de tinta moderna, mas sim ela era semelhante a mesma tinta usada no Evangelho de João, que eram tintas a base de carbono comumente usadas pelos egípcios. O fato dessa análise excluir  a suspeita de falsificação do papiro com tintas modernas fez calar muitos críticos que acusaram inicialmente o papiro como falso, somente analisando visualmente imagens de baixa resolução.
Os resultados finais dos testes foram publicados on-line pela “Harvard Theological Review” nesta quinta-feira.
O Theological Review deveria ter publicado os resultados de Karen King em janeiro de 2013. King disse que demorou mais tempo do que o esperado para concluir o teste, principalmente porque não tinha orçamento.
Interessante é que a Escola de Teologia de Harward concedeu ao Globe, ao The New York Times, e a Revista de Harvard acesso antecipado para os artigos da Harvard Theological Review. Os três órgãos de imprensa foram autorizados a entrar em contato com pesquisadores envolvidos com os artigos, com a condição de que seriam titulares na publicação até quinta-feira de manhã, quando o Theological Review fosse publicado on-line, e que não poderiam entrar em contato com nenhuma outra fonte externa para comentar o assunto com antecedência. Isso demonstra que há um grande interesse por trás da verdade que o pequeno fragmento de papiro esconde … ou escondia.
O Theological Review publicou também uma refutação por Leo Depuydt, um egiptólogo da Universidade de Brown, que disse ter revisado os resultados do teste, mas manteve-se convencido de que o fragmento era uma falsificação moderna pintadas em um antigo pedaço de papiro em branco.
Depuydt sustenta o caso que há apenas uma possibilidade infinitesimal de que as semelhanças entre o Evangelho de Tomé e o Evangelho da esposa de Jesus serem coincidência.
Mas Karen King responde que os paralelos não são tão próximos como Depuydt e outros afirmam, e que alguma sobreposição não é surpreendente, porque abordam temas semelhantes e porque muitos textos cristãos antigos fazem referencia e respondem a um outro.
Depuydt diz que os erros gramaticais que ele vê no texto não poderiam ter sido feito por um orador copta. Uma linha, segundo ele, parece traduzir : “Um homem mau é que ele não traz. ” “Você não pode fazer sentido como um texto copta fluente “, disse ele . “Então, você descobre que está tudo vindo do Evangelho de Thomas. Bem, caso encerrado. ” . E Depuydt , frente as provas científicas da autenticidade do papiro questiona então seu conteúdo.
Mas Karen argumenta que as questões gramaticais que Depuydt levanta são ou erros de sua própria análise ou de construções gramaticais similares, incluindo o mesmo erro que o erro de digitação evidente no Evangelho de Tomé, e que também existem em outros textos coptas , cuja autenticidade é indiscutível.
Em suma, Karen contesta que não faz sentido que um falsificador com pobres habilidades coptas e escribas também tenha conseguido adquirir o tipo certo de papiro e de tinta, e não deixar tinta fora do lugar em nível microscópico.  “Na minha opinião , essa combinação de trapalhão e sofisticação parece extremamente improvável”, escreveu ela em seu artigo .
“Eu estou basicamente esperando que possamos ultrapassar a questão das perguntas sobre falsificação e ira ao significado deste fragmento para a história do cristianismo, para a reflexão de questões como : ‘Por que Jesus ser casado ou não, importa mesmo ? Por que é que as pessoas tiveram uma reação tão incrível para isso? ‘ “, Disse King em uma entrevista.
Embora o fragmento de tamanho de um cartão de visita contenha apenas alguns pedaços de frases aparentemente tiradas de um texto maior, elas parecem expressar idéias ainda não vistas nos Evangelhos canônicos do Novo Testamento.
“Jesus disse -lhes: ‘ Minha esposa … ‘”, diz um trecho interrompido por uma borda rasgada, enquanto outras linhas que citam Jesus sugerem que pelo menos uma mulher poderia ter sido sua discípula, papel preenchidos exclusivamente por homens nos evangelhos canônicos.
A primeira linha , de acordo com a tradução de King, diz em parte : “Minha mãe me deu a vida. ”
A existência do fragmento, conhecido como o “Evangelho da Esposa de Jesus ” foi divulgada inicialmente em uma conferência acadêmica em 2012. Ele é visto por alguns como um vislumbre de como antigos cristãos pensavam enquanto condenado por outros, incluindo o Vaticano, como uma farsa absurda.
Porém “Todas evidências apontam para o papiro ser mesmo antigo e  ter sido escrito na Antiguidade” afirmou Karen King , a pesquisadora de história da academia de Teologia de Harvard, a uma coletiva de imprensa já em 2012 quando apresentou pela primeira vez o fragmento.
E agora ? Será que a história está mudando ? Vamos continuar a buscar conhecimento !

terça-feira, 25 de junho de 2013

Antigos reinos na América do Sul são investigados por pesquisadores do Projeto Portal

Foram mais de dez anos de pesquisas em diferentes sítios arqueológicos 
Pesquisa mostra que Geoglifos encontrados na Floresta Amazônica remontam civilizações que existiram antes da floresta existir
ao longo dos mais de sete mil km percorridos em território brasileiro e em países da América do Sul, dos quais 3.277 km da região dos sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul até o Forte Príncipe da Beira, em Rondônia e deste lugar mais 3.729 km até o Forte Macapá no delta do rio Amazonas, além de regiões na Bolívia e Peru, Uruguai, Paraguai, França, Alemanha e Espanha idealizadas e lideradas pelo presidente da Associação Projeto Portal, Urandir Fernandes de Oliveira, reunindo cerca de 100 pesquisadores do Projeto Portal em suas várias fases.

Indicações de complexas civilizaçoes que habitaram a amazônia a 30 mil anos atrás que estão ocultas até hoje
A grande descoberta afirma respeito à presença de diversos reinos em localidades distantes, porém com muita semelhança entre si em termos de arquitetura, civilização e saber existentes em épocas anteriores a 30 mil anos.


Esses reinos têm em normal edificações incríveis que pelas pesquisas efetuadas não poderiam ter sido construídos pelo homem na época, já que até mesmo nos dias atuais não há tecnologia que permita construções semelhantes.
Antigas Construções encontradas em Costa Marques - Ruinas de antigas cidades encontradas da região mostram um arcenal arqueológico no Brasil
Um dos grandes destaques desses reinos localiza-se no Brasil, com a 
descoberta de uma cidade perdida em plena selva amazônica, além de identificar semelhanças entre os vários sítios percorridos nas diferentes regiões do pais do Sul ao Norte, quando foram encontradas marcas e símbolos idênticos nestes locais.

Detalhes de inscrições em pedra encontrada na região das missões no Rio Grande do Sul evidenciam complexas civilizações com reinos unificados
conforme Urandir, a descoberta tem a relevância superior aos enormes monumentos históricos como as pirâmides no Egito, a sociedade chinesa, as ruínas da civilização maia no México e dos incas no Peru e Bolívia, incluindo-se Machu Pichu. O grupo prepara um relatório para ser compartilhado com o IPHAN – Instituto Histórico do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que com certeza irá agregar mais conhecimento para a nossa pesquisa, uma vez que a mesma é apenas observacional e interpretativa. Os estudiosos do Projeto Portal estão cientes que não se pode fazer escavações, apossar-se de objetos ou interferir de qualquer maneira no meio investigado e tudo foi realizado segundo as legislações nacional e locais.

A região perdida na Amazônia tem prédios, estradas, templos, entre outros monumentos que comprovam a passagem pelo Brasil de civilizações desconhecidas, porém com grande conhecimento arquitetônico, matemático, astronômico, superior aqueles construtores de culturas pré-colombianas, egípcias, maias,incas e outras. de acordo com os estudos, a região deveria possuir cerca de 13 mil habitantes.

Urandir esclarece que em todo o trajeto pesquisado em diversos regiões brasileiras e em países da América do Sul há símbolos idênticos deixado por essas civilizações que nos remete a antigas civilizações como a lemuriana, atlantida e outras. Tudo indica, segundo Urandir, que essas pessoas há mais de 30 mil anos deixaram um legado em terras brasileiras como que sinalizando sua passagem por esses locais, talvez com o propósito de serem identificadas e situadas no futuro.
Pesquisas
Encontradas muitas evidências de complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do SulTudo iniciou em 15 de março de 2004 com a primeira Expedição Brasil-Equipe Zigurats a Amazônia tendo em vista estudar provas no sentido de que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial e descobrir a verdadeira origem do homem, apresentando novas datas e períodos, preenchendo as lacunas nas teses já existentes.
A segunda expedição à região amazônica ocorreu a partir de 4 de julho de 2005, quando foram observados diversos objetos, pinturas e inscrições rupestres, artefatos e símbolos desconhecidos dos já estudados pela literatura mundial, além de ruínas abandonadas que, segundo a engenharia e arquitetura, mostra que tal sociedade tinha uma tecnologia bastante superior a atual mesmo há mais de 30 mil anos.
Detalhes de Ruínas em São Miguel das Missões que mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificados
Sete Povos das Missões

A grande prova obtida através do Projeto Portal sobre a passagem da
s mesmas culturas pelo território brasileiro ocorreu durante expedição ao Rio Grande do Sul, em 2007, na localidade das ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, consideradas patrimônio da humanidade desde 19
83, em conjunto com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor.

Detalhes de inscrições encontradas em ruínas em São Miguel das Missões sugerem que faziam parte de um grande complexo
Foi na pesquisa realizada no município gaúcho de Santo Ângelo, longe 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os estudiosos do Projeto Portal localizaram as provas que unem as edificações amaz
ônicas com as ruínas gaúchas dos 7 Povos das Missões. À semelhança do que aconteceu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou velhas edificações deixadas por diferentes culturas edificando sobre elas suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos sete Povos das Missões registrou-se a mesma situação.

Detalhes de baixo relevo encontrados em ruínas em São Miguel das Missões mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificados
Apesar disso, foram l
ocalizados símbolos que também existem em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.

Descobriu-se ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados e os guias turísticos locais. Foram encontradas cinco tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, bastante anterior à chegada dos espanhóis e portugueses no Brasil.
Evidências de antigas e complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do Sul
As rochas lá encontradas, 
trabalhadas por esta civilização, são pedras maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las. Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.
Antigas ruínas no Brasil mostram evidências da unificação de reinos na antiguidadeEssas pedras podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia. Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais conhecida na região como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram edificadas em pedra maciça.

Forte Príncipe da Beira
Evidências de antigas e complexas civilizações de reinos unificados encontrados em rocha pre inca encontrada na região das missões no RS
Todas essas construções são semelhantes, principalmente em sua arquitetura. O Forte Príncipe da Beira, em Rondônia é um 
exemplo. Ali foram encontradas várias das inscrições e símbolos localizados nas ruínas de São Miguel das Missões. O mais assombroso, contudo, é a similaridade com o Forte Macapá, no delta do Rio Amazonas e com diversos fortalezas espalhadas através do planeta, até mesmo na localidade cátara do Languedoc, na França.

Antigas ruínas na região das missoes mostram evidências da unificação de reinos na antiguidade
De todas as fortificações encontradas no Brasil e em outros países, segundo a história, foram erguidos por português, espanhóis e outros… O Forte Príncipe da Beira é considerado o de localização e edificação perfeitos, ainda que hoje restem somente ruínas. Ele protegia toda a margem direita dos rios Guaporé 
e Mamoré, na divisa com a Bolívia. Foi deixado para trás em 1889, já na República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido. Em 1914 foi reencontrado pelo então Marechal Rondon, que retornou em 1930 e fabricou as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.


No Forte Príncipe da Beira os pesquisadores do Projeto Portal, com autorização do Exército brasileiro, encontraram salas subterrâneas que continham vários poços com profundidades variadas. Em algumas profundidades saíam túneis em muitas direções, como por exemplo, a Serra dos Reis (RO), região de Costa Marques (RO) e o mais intrigante, a uma profundidade maior, um túnel que passa por baixo do rio Madeira atravessando a divisa Brasil-Bolívia, saindo a aproximadamente 700 metros da margem no lado boliviano próximo a outras ruínas que existem lá. (vai ser que os portugueses teriam tecnologia para tal?)

Fortes encontrados em todo mundo indicam uma grande e antiga civilização global que construia seguindo os mesmos padõesSegundo as novas descobertas da equipe do Projeto Portal constatou-se que nem portugueses nem holandeses nem nenhuma pessoa da civilização contemporânea tinham edificado tais fortalezas:
Detalhes de igreja no Peru - Conquistadores construíram templos em cima de estruturas de civilizações antigas em todo o mundo ocultando evidências da unificação de reinos na antiguidade
Primeiro porque não tinham tecnologia para isso.

Segundo: não havia mão de obra suficiente e a relação dos colonizadores com os índios nem sempre eram amistosas.
Terceiro: não tiveram tempo hábil desde a encontrada do Brasil até hoje para edificações tão perfeitas e distantes entre si.
Antigas Ruínas em São Miguel das Missões escondem evidências de complexas e antigas civilizações globais com reinos unificados
Quarto: as doenças tropicais dizimavam rapidamente os soldados e aventureiros que se embrenhavam na mata.
Quinto: os alimentos durante as expedições se esgotavam e muitos morriam de fome.
Achados arqueológicos no Brasil não são divulgados pois Governo Brasileiro não estimula a divulgação de evidências arquieológias encontradas em solo Brasileiro
Sexto: o meio de transporte era apenas barco rudimentar ou cavalos, o que não atenderia as necessidades de edificações desse porte.

Sétimo: as comunicações eram precárias e não seria possível o compartilhamento de ideias e projetos em edificações semelhantes em pontos distantes do Brasil e do mundo. Todas sendo construídas na mesma época, segundo a investigação do Projeto Portal. Mais um atribuído intrigante: todas elas foram edificadas com a mesmo tipo de pedra, não importando e distância e o lugar das mesmas.
Foi no Forte Príncipe da Beira que a equipe descobriu indicações precisas que apontavam para uma região no coração da Amazônia. seguindo tais indicações, dois anos depois, os estudiosos se depararam com o sonho de todo arqueólogo: a região perdida enfim descoberta. ..
será o Eldorado tão cobiçado por todos os aventureiros do planeta?
será uma cidade bíblica que sobreviveu ao dilúvio?
Pesquisa mostra que Geoglifos encontrados na Floresta Amazônica remontam civilizações que existiram antes da floresta existir
Ou serão somente ruínas de civilizações antigas que ali estiveram antes do aparecimento da floresta amazônica? Busquem conhecimento! - See more at: http://urandir.com/#sthash.bJOCd3fH.dpufForam mais de dez anos de pesquisas em diferentes sítios arqueológicos 
ao longo dos mais de sete mil km percorridos em território brasileiro e em países da América do Sul, dos quais 3.277 km da região dos sete Povos das Missões no Rio Grande do Sul até o Forte Príncipe da Beira, em Rondônia e deste lugar mais 3.729 km até o Forte Macapá no delta do rio Amazonas, além de regiões na Bolívia e Peru, Uruguai, Paraguai, França, Alemanha e Espanha idealizadas e lideradas pelo presidente da Associação Projeto Portal, Urandir Fernandes de Oliveira, reunindo cerca de 100 pesquisadores do Projeto Portal em suas várias fases.

Indicações de complexas civilizaçoes que habitaram a amazônia a 30 mil anos atrás que estão ocultas até hoje
A grande descoberta afirma respeito à presença de diversos reinos em localidades distantes, porém com muita semelhança entre si em termos de arquitetura, civilização e saber existentes em épocas anteriores a 30 mil anos.


Esses reinos têm em normal edificações incríveis que pelas pesquisas efetuadas não poderiam ter sido construídos pelo homem na época, já que até mesmo nos dias atuais não há tecnologia que permita construções semelhantes.
Antigas Construções encontradas em Costa Marques - Ruinas de antigas cidades encontradas da região mostram um arcenal arqueológico no Brasil
Um dos grandes destaques desses reinos localiza-se no Brasil, com a 
descoberta de uma cidade perdida em plena selva amazônica, além de identificar semelhanças entre os vários sítios percorridos nas diferentes regiões do pais do Sul ao Norte, quando foram encontradas marcas e símbolos idênticos nestes locais.

conforme Urandir, a descoberta tem a relevância superior aos enormes monumentos históricos como as pirâmides no Egito, a sociedade chinesa, as ruínas da civilização maia no México e dos incas no Peru e Bolívia, incluindo-se Machu Pichu. O grupo prepara um relatório para ser compartilhado com o IPHAN – Instituto Histórico do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional que com certeza irá agregar mais conhecimento para a nossa pesquisa, uma vez que a mesma é apenas observacional e interpretativa. Os estudiosos do Projeto Portal estão cientes que não se pode fazer escavações, apossar-se de objetos ou interferir de qualquer maneira no meio investigado e tudo foi realizado segundo as legislações nacional e locais.
Detalhes de inscrições em pedra encontrada na região das missões no Rio Grande do Sul evidenciam complexas civilizações com reinos unificados
A região perdida na Amazônia tem prédios, estradas, templos, entre outros monumentos que comprovam a passagem pelo Brasil de civilizações desconhecidas, porém com grande conhecimento arquitetônico, matemático, astronômico, superior aqueles construtores de culturas pré-colombianas, egípcias, maias,incas e outras. de acordo com os estudos, a região deveria possuir cerca de 13 mil habitantes.

Urandir esclarece que em todo o trajeto pesquisado em diversos regiões brasileiras e em países da América do Sul há símbolos idênticos deixado por essas civilizações que nos remete a antigas civilizações como a lemuriana, atlantida e outras. Tudo indica, segundo Urandir, que essas pessoas há mais de 30 mil anos deixaram um legado em terras brasileiras como que sinalizando sua passagem por esses locais, talvez com o propósito de serem identificadas e situadas no futuro.
Pesquisas
Detalhes de Ruínas em São Miguel das Missões que mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificados
Tudo iniciou em 15 de março de 2004 com a primeira Expedição Brasil-Equipe Zigurats a Amazônia tendo em vista estudar provas no sentido de que o Brasil é o berço da formação antropológica e arqueológica mundial e descobrir a verdadeira origem do homem, apresentando novas datas e períodos, preenchendo as lacunas nas teses já existentes.
A segunda expedição à região amazônica ocorreu a partir de 4 de julho de 2005, quando foram observados diversos objetos, pinturas e inscrições rupestres, artefatos e símbolos desconhecidos dos já estudados pela literatura mundial, além de ruínas abandonadas que, segundo a engenharia e arquitetura, mostra que tal sociedade tinha uma tecnologia bastante superior a atual mesmo há mais de 30 mil anos.
Sete Povos das Missões
Encontradas muitas evidências de complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do Sul
A grande prova obtida através do Projeto Portal sobre a passagem da
s mesmas culturas pelo território brasileiro ocorreu durante expedição ao Rio Grande do Sul, em 2007, na localidade das ruínas jesuíticas de São Miguel das Missões, consideradas patrimônio da humanidade desde 19
83, em conjunto com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor.

Detalhes de inscrições encontradas em ruínas em São Miguel das Missões sugerem que faziam parte de um grande complexo
Foi na pesquisa realizada no município gaúcho de Santo Ângelo, longe 462 km de Porto Alegre, que Urandir e os estudiosos do Projeto Portal localizaram as provas que unem as edificações amaz
ônicas com as ruínas gaúchas dos 7 Povos das Missões. À semelhança do que aconteceu em diferentes pontos do legado inca no Peru e Bolívia e também na Europa, onde a Igreja Católica aproveitou velhas edificações deixadas por diferentes culturas edificando sobre elas suas Igrejas e prédios, também no sítio arqueológico dos sete Povos das Missões registrou-se a mesma situação.

Detalhes de baixo relevo encontrados em ruínas em São Miguel das Missões mostram evidências de antigas civilizações globais com reinos unificados
Apesar disso, foram l
ocalizados símbolos que também existem em diversos outros sítios arqueológicos brasileiros pesquisados em Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia, Amazonas, Pará até o delta do rio Amazonas.

Evidências de antigas e complexas civilizações com reinos unificados estudadas através de inscrições em pedra encontradas na região das missões no Rio Grande do SulDescobriu-se ali que existem túneis atravessando vários pontos onde a prefeitura de Santo Ângelo, à pedido do clero, lacrou a entrada destes túneis, colocando uma laje em cima, além de terra e blocos, segundo os historiados e os guias turísticos locais. Foram encontradas cinco tumbas de pessoas de sociedades bastante antigas, bastante anterior à chegada dos espanhóis e portugueses no Brasil.

Antigas ruínas no Brasil mostram evidências da unificação de reinos na antiguidade
Essas pedras podem ser comparadas aos Maias e Incas, pois se trata da mesma engenharia. Como exemplo, temos a Cruz de Caravaca, mais conhecida na região como a Cruz Missioneira, e as colunas que foram edificadas em pedra maciça.trabalhadas por esta civilização, são pedras maciças que até hoje precisaríamos de aparelhos específicos para modelá-las. Fica a pergunta: como os jesuítas poderiam ter ensinado isso aos índios, se até hoje não temos aparelhos capazes de cortar e modelar as rochas da forma como estão.

Forte Príncipe da Beira
Evidências de antigas e complexas civilizações de reinos unificados encontrados em rocha pre inca encontrada na região das missões no RS
Todas essas construções são semelhantes, principalmente em sua arquitetura. O Forte Príncipe da Beira, em Rondônia é um 
Antigas ruínas na região das missoes mostram evidências da unificação de reinos na antiguidadeexemplo. Ali foram encontradas várias das inscrições e símbolos localizados nas ruínas de São Miguel das Missões. O mais assombroso, contudo, é a similaridade com o Forte Macapá, no delta do Rio Amazonas e com diversos fortalezas espalhadas através do planeta, até mesmo na localidade cátara do Languedoc, na França.


Antigas Ruínas em São Miguel das Missões escondem evidências de complexas e antigas civilizações globais com reinos unificados
De todas as fortificações encontradas no Brasil e em outros países, segundo a história, foram erguidos por português, espanhóis e outros… O Forte Príncipe da Beira é considerado o de localização e edificação perfeitos, ainda que hoje restem somente ruínas. Ele protegia toda a margem direita dos rios Guaporé 
Estrutura de túneis subterraneos muito mais elaborados que os das piramides do Egito - encontrados no Forte Principe da Beira em Costa Marques - pesquisa realizada com o apoio do exército brasileiroe Mamoré, na divisa com a Bolívia. Foi deixado para trás em 1889, já na República, e permaneceu em absoluto abandono cerca de 40 anos, sendo saqueado e invadido. Em 1914 foi reencontrado pelo então Marechal Rondon, que retornou em 1930 e fabricou as instalações da unidade militar que acantonou ao lado das ruínas.



No Forte Príncipe da Beira os pesquisadores do Projeto Portal, com autorização do Exército brasileiro, encontraram salas subterrâneas que continham vários poços com profundidades variadas. Em algumas profundidades saíam túneis em muitas direções, como por exemplo, a Serra dos Reis (RO), região de Costa Marques (RO) e o mais intrigante, a uma profundidade maior, um túnel que passa por baixo do rio Madeira atravessando a divisa Brasil-Bolívia, saindo a aproximadamente 700 metros da margem no lado boliviano próximo a outras ruínas que existem lá. (vai ser que os portugueses teriam tecnologia para tal?)

Segundo as novas descobertas da equipe do Projeto Portal constatou-se que nem portugueses nem holandeses nem nenhuma pessoa da civilização contemporânea tinham edificado tais fortalezas:

Fortes encontrados em todo mundo indicam uma grande e antiga civilização global que construia seguindo os mesmos padões
Primeiro porque não tinham tecnologia para isso.

Segundo: não havia mão de obra suficiente e a relação dos colonizadores com os índios nem sempre eram amistosas.
Terceiro: não tiveram tempo hábil desde a encontrada do Brasil até hoje para edificações tão perfeitas e distantes entre si.
Quarto: as doenças tropicais dizimavam rapidamente os soldados e aventureiros que se embrenhavam na mata.
Detalhes de igreja no Peru - Conquistadores construíram templos em cima de estruturas de civilizações antigas em todo o mundo ocultando evidências da unificação de reinos na antiguidadeQuinto: os alimentos durante as expedições se esgotavam e muitos morriam de fome.

Sexto: o meio de transporte era apenas barco rudimentar ou cavalos, o que não atenderia as necessidades de edificações desse porte.

Sétimo: as comunicações eram precárias e não seria possível o compartilhamento de ideias e projetos em edificações semelhantes em pontos distantes do Brasil e do mundo. Todas sendo construídas na mesma época, segundo a investigação do Projeto Portal. Mais um atribuído intrigante: todas elas foram edificadas com a mesmo tipo de pedra, não importando e distância e o lugar das mesmas.
Achados arqueológicos no Brasil não são divulgados pois Governo Brasileiro não estimula a divulgação de evidências arquieológias encontradas em solo Brasileiro
Foi no Forte Príncipe da Beira que a equipe descobriu indicações precisas que apontavam para uma região no coração da Amazônia. seguindo tais indicações, dois anos depois, os estudiosos se depararam com o sonho de todo arqueólogo: a região perdida enfim descoberta. ..
será o Eldorado tão cobiçado por todos os aventureiros do planeta?
será uma cidade bíblica que sobreviveu ao dilúvio?
Ou serão somente ruínas de civilizações antigas que ali estiveram antes do aparecimento da floresta amazônica? Busquem conhecimento!

domingo, 19 de maio de 2013

Falsos repórteres de Campo Grande News intimidam conveniados da Associação Projeto Portal


 Nova investida contra a Associação Projeto Portal

Dessa vez o ocorrido foi na data de 13/05/2013, na cidade de Rochedo, MS,  onde dois falsos jornalistas do site Campo Grande News abordaram comerciantes das empresas conveniadas à Associação Projeto Portal  sediadas na cidade de Corguinho MS, a saber o Nosso Mercado, o Posto Diamante e a Drogaria Bom Pai.

Nota oficial da equipe jurídica da Associação Projeto Portal:

Na tarde do dia 13 de maio último, na cidade de Rochedo, MS, dois elementos se dizendo jornalistas do site Campo Grande News abordaram comerciantes do Posto Diamante, Nosso Mercado e na Drogaria Bom Pai, todos estas empresas conveniadas à Associação Projeto Portal, com sede na cidade de Corguinho, MS.

Os dois homens, que chegaram em um veículo Gol branco,  tinham em suas mãos cartão pertencente aos associados e conveniados da Associação Projeto Portal, tentaram intimidar funcionários e empresários das empresas citadas, alegando que caso estivesse aceitando tal bônus em troca de produtos estariam cometendo crime, tendo em vista que tratava-se de uma moeda paralela.

Os conveniados, em resposta a tal absurdo insinuado pelos supostos repórteres apresentados apenas como Elvis e Erasmo, indicaram que o cartão participativo da Associação Projeto Portal não se tratava de moeda paralela, e sim uma campanha realizada entre a Associação e as empresas visitadas, nos mesmos moldes como são feitas inúmeras outras em todos os ramos de atividade comercial, como, por exemplo, fast foods, mercados, lojas de conveniência etc, tudo legalmente amparado e em pleno acordo com os princípios basilares previstos por nossa Constituição.

Note-se que, caso haja alguma irregularidade ou qualquer outro erro de conduta, estes foram cometidos pelos supostos jornalistas do Campo Grande News, vejamos:

Em primeiro lugar, os supostos jornalistas portavam cartão de uso exclusivo dos associados do Projeto Portal e conveniados, o que exige não apenas estar em dia com as obrigações da Associação, mas como ter aderido ao convênio. Como os supostos repórteres não são associados, tampouco conveniados, estão se apropriando de bem que notadamente não lhes pertence.

Noutro aspecto, eles tentaram coagir funcionários e empresários nos desempenhos de suas tarefas cumpridas diariamente com dignidade, imputando-lhes crimes que não cometeram, isso apenas por participarem de convênios junto à Associação Projeto Portal e seus parceiros.

Por fim, caso fossem de fato jornalistas sérios, teriam ao menos se identificado em uma das várias vezes que foram interpelados para fazê-lo, não apenas dando prenomes e tentando dificultar qualquer identificação.

A Associação Projeto Portal, através de seu departamento jurídico, está fazendo o levantamento de todos os fatos para tomar todas as providências judiciais cabíveis, tendo em vista flagrantes ilegalidades cometidas covardemente por indivíduos e meios de comunicação que se escondem sobre interesses obscuros.

É sabido que algumas pessoas infiltraram no Projeto Portal, se passando por associados por alguns meses e até mesmo se mudando de grandes centros para Campo Grande, como forma de obter informações. As atividades destas pessoas já estão sendo observadas para que sejam evitadas novas agressões aos direitos da Associação, associados e conveniados.

Seja como for, de agora em diante a equipe do Projeto Portal e seus parceiros, em todos os setores, estarão empenhados em fazer um levantamento sobre as pessoas que covardemente se utilizam de meios de comunicação para prejudicarem a Associação Projeto Portal com intuito de que sejam tomadas todas as medidas judiciais cabíveis.


Não é a primeira vez que tal episódio ocorre e respostas judiciais serão dadas aos abusos cometidos assim como a exemplo da condenação sofrida pelo Grupo Paracientífico e Ademar José Gevaerd, por atitudes semelhantes, conforme autos de nº 018261-06.2000.8.12.0001 da 5ª Vara Cível da Comarca de Campo Grande em decorrência de atitudes que estranhamente lembram o mesmo modus operandi desta situação presenciada em Rochedo no último dia 13 por diversas testemunhas, onde falsas informações e dados inverídicos foram plantados pelos condenados em veículos de comunicação.



Conversa telefônica de Ademar Gevaerd confessando as fraudes por ele próprio executadas contra Urandir e Projeto Portal




O Projeto Portal apenas soma ao Estado do Mato Grosso do Sul e, principalmente, Corguinho e região, onde estão situadas a Fazenda Boa Sorte e a Cidade Turística Zigurats. A Associação alavanca e é responsável por uma boa fatia da economia de nossa região, se posicionando, inclusive, como um dos principais pontos turísticos do Estado, beneficiando aeroportos, companhias aéreas, taxistas, setor hoteleiro, e toda a sorte de empresas sediadas nas cidades em que a Associação Projeto Portal se apresenta.

Além do aspecto econômico, a Associação tem forte projeto social, realizando diversas campanhas em prol dos moradores de todas as regiões em que atua, indo onde o poder estatal muitas vezes não alcança.

Desta forma, é de se indagar qual o verdadeiro motivo de perseguição à esta Associação, associados e conveniados.

Será que atividades ufológicas e todas as outras pesquisas como a arqueologia, astronomia, desenvolvimento humano e afins incomodam tanto assim os interesses de alguns?

Discos voadores, ETs, extraterrestres, OVNIS, portais, nova ordem mundial, governo oculto, chips, moeda única mundial,  controle de massas, armas eletromagnéticas, propaganda subliminar, ondas HAARPs, ondas escalares, e ondas HAYUT são palavras que muitos desconhecem, mas que incomodam a muitos que se utilizam dessas tecnologias para controle populacional.

Enquanto a verdade não aparece para dar resposta a tais perguntas, a Associação Projeto Portal  segue firme no propósito de trazer o conhecimento puro à sociedade, todavia sem se descuidar das pedras covardes que eventualmente apareçam por seu caminho.